sábado, 24 de março de 2012

O mais novo talento da Música Brasileira.

Olá meus estimados leitores, antes de qualquer informação e noticia, quero me desculpar, afinal, fiquei um tempo sem dar satisfação e sem passar informações, mais o trabalho chegou sem me dar trégua.
Bom, mais vamos aproveitar que estou disponível e vamos ao que interessa.
Hoje me surpreendi com tamanho talento, humildade e gentileza.
A gentileza por parte da mãe, uma bela senhora com o nome de Jane, que aliais, me recebeu muito bem em sua aconchegante casa, já o talento é todo dele, Pedrinho, a mais nova estrela da música brasileira.
Para quem não sabe Pedro vem construindo uma carreira de muito esforço, dedicação e acima de tudo caráter.
Um jovem de 13 anos cheio de dom e de energia que daqui um pouco será reconhecido MUNDIALMENTE, isto é, se já não for. E sabem porque? Por que Pedro  vem desde um bom tempo participando de diversos programas no SBT (Sistema Brasileiro de Televisão), isso mesmo, SBT, a emissora de Silvio Santos.
Pedro já participou do Programa Cantando no SBT, apresentados por Yudi e Priscila, programa Astro e já foi confirmado sua presença no Programa da Eliana, isso mesmo, a Loira que encanta as tarde de Domingo do SBT.
Para quem ainda não teve o prazer de conhecer Pedro, aqui vai um vídeo, onde ele cantou e encantou os telespectadores

E ae, curtiram? Pois é, esse é o Pedro Camargo, a revelação de Sorocaba para o Mundo. E eu como não sou bobo nem nada já me apressei e tive o grande prazer e grande honra de assistir um shou super intimista em sua casa de Sorocaba. Desculpem, meus leitores mais quando há talento, estou por perto. Mais não vou deixá-los sem saber como foi esse shou. Aproveitei e fiz um vídeo, junto, com meu grande companheiro Cleiton.
Chega de conversa e vamos assistir ao shou.



Confesso que foi uma tarde muito agradável, afinal, talento e descontração são essenciais para alegrar a vida!
Muito obrigado a Jane e em especial ao Pedrinho, como o chamo carinhosamente, por nos proporcionar um sábado super animado.
E Jane não esqueci do convite, retornarei à sua casa, para realizarmos novamente mais uma festinha e quem sabe desta vez não será em sua chácara?
Abraços do Jornalista Daniel Soares




domingo, 12 de fevereiro de 2012

Morre Whitney Houston

A cantora Whitney Houston morreu neste sábado (11) aos 48 anos. A causa da morte ainda não foi divulgada, apenas se sabe que ela foi encontrada morta por um integrante de sua equipe na banheira de uma suíte no quarto andar do Beverly Hilton, hotel de Los Angeles.
A artista estava hospedada no local para se apresentar em uma premiação deste sábado em homenagem a Clive Davis, empresário que a descobriu quando tinha apenas 11 anos de idade.

A morte da cantora acontece no dia anterior à premiação do Grammy deste ano. Logo após o anúncio, artistas homenagearam a cantora nas redes sociais.
A artista chegou a ser ressuscitada pelos paramédicos e foi declarada morta às 21h55 (horário de Brasília), sendo retirada do hotel às 6h de Brasília deste domingo (12).
Ela foi vista publicamente pela última vez na quinta (9), em uma casa noturna de Hollywood ao lado do namorado, o cantor e produtor Ray-J. Nas imagens, ela aparecia com as pernas machucadas. Houston deixa uma filha, Bobbi Kristina, de 18 anos.

O tenente da polícia Mark Rosen disse em pronunciamento que "não havia sinais evidentes de intenção criminal" no local da morte. O hotel continua funcionando normalmente, apesar do ocorrido.
Em uma festa de gala de prévia do Grammy realizada algumas horas após à morte da cantora, o produtor Clive Davis disse à plateia: "Não tenho que esconder minha emoção na frente de uma sala com tantos amigos queridos. Estou pessoalmente devastado pela perda de algúem que foi tão importante para mim por tantos anos."


Trajetória
Houston fez muito sucesso nos anos 1980 e 90 e se tornou uma das artistas de maior vendagem da história. Dentre seus maiores hits estão "How will I know", "It's not right but's ok", "Saving all my love for you", "My love is your love", "I wanna dance with somebody" e "I will always love you", trilha do filme "O guarda-costas", o álbum mais vendido de uma artista feminina na história. Por conta da turnê mundial da trilha deste longa, Whitney se apresentou no Brasil em janeiro de 1994, em um show solo no estádio do Morumbi e outro no festival Hollywood Rock, no Rio.
Ela vendeu 200 milhões de álbuns em sua carreira e chegou 30 vezes ao topo das paradas da Billboard, além de ter ganho seis Grammys e 22 American Music Awards. Ela lançou sete discos de estúdio e tinha um previsto para este ano. Também estava previsto para agosto o filme musical "Sparkle", remake do trabalho de 1976 inspirado na história do grupo feminino The Supremes.



Seu último filme foi a comédia “Um Anjo em minha vida”, de 1996. Ela também estava cotada para ser jurada do programa musical "The X factor",  de Simon Cowell.
Nas duas últimas décadas, a artista teve diversas passagens por clínicas de reabilitação para tratar seu vício de álcool e de drogas. Em 2009, ela precisou interromper sua turnê europeia devido a problemas de saúde.
A artista foi número um em vendas nos EUA com seu último álbum, "I look to you" (2009), o primeiro lançado por ela em sete anos, um período no qual sua imagem foi prejudicada por seu uso de substâncias químicas e as constantes polêmicas com seu ex-marido, o cantor Bobby Brown, com quem se casou em 1992 e se separou em 2007.
Há três anos ela deu uma entrevista à apresentadora Oprah Winfrey e afirmou que sua mãe a salvou, obrigando-a a frequentar um programa de tratamento para viciados.


Em 2006, a cantora também admitiu enfrentar problemas financeiros. Por conta de uma dívida de US$ 1 milhão, na época ela colocou em leilão sua casa, avaliada em US$ 6 milhões.



Carreira premiada
Whitney Elizabeth Houston nasceu em Newark, em 9 de agosto de 1963. Além de se destacar como cantora de r&b e soul, ela também atuou no cinema e fez carreira como modelo. Mas foi na música que a artista ganhou fama e bateu recordes - ela venceu 415 prêmios ao longo da vida.
Houston era prima de Dionne Warwick e tinha Aretha Franklin como madrinha. Aos 11 anos, quando começou a atuar ao lado de sua mãe Cissy em casas noturnas na cidade de Nova York, ela foi descoberta por Clive Davis, empresário da Arista Records.
Seu álbum de estreia, "Whitney", foi lançado em 1985 e se tornou o álbum de estreia mais vendido por uma artista feminina, com 25 milhões de cópias ao redor do mundo graças aos sucessos "Saving all my love for you" e "How will I know".
Nos cinemas, seu primeiro papel  foi no filme "O Guarda-costas" (1992), em que dividia cena com Kevin Costner e cantava na trilha sonora. É do longa a música "I will always love you", seu maior sucesso e cover de Dolly Parton.


Com seu estilo inspirado no canto gospel, a cantora inspirou uma geração de cantoras, de Mariah Carey a Christina Aguilera. Porém, no auge do sucesso, ela se tornou notícia por suas polêmicas fora do palco, o que incluia comportamentos estranhos em público. Por diversas vezes ela confessou ser viciada em cocaína, maconha e medicamentos controlados. Segundo a cantora, com o passar dos anos isso a fez perder seu timbre de voz, que não alcançava mais as altas notas de outrora.
O jornal "The New York Times" descreveu Whitney Houston como "uma das melhores vozes gospel de sua geração". Segundo a publicação, "ela evitava os maneirismos típicos do gênero e usava frases evangélicas com moderação. Em vez de projetar vulnerabilidade e compaixão, comunicava força e auto-confiança, criando baladas pop majestosas".

sábado, 19 de novembro de 2011

Comissão da verdade: A mais nova lei, sancionada e autorizada pela a Presidenta Dilma Rousseff.

Ex-guerrilheira, que foi presa e torturada, Dilma deu um tom institucional à cerimônia na presença de militares
A presidente Dilma Rousseff (PT) sancionou ontem as leis de acesso à informação e de criação da Comissão da Verdade, que foram alvo de discussões envolvendo a área militar e que sofreram críticas de importantes lideranças no Congresso. Dilma fez questão de dar um ar institucional à cerimônia e fez um discurso classificado como sóbrio e equilibrado.

A Comissão da Verdade vai apurar violações aos direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988, período que inclui a ditadura militar. Já a Lei de Acesso a Informações Públicas permite que os cidadãos consultem documentos e informações produzidos pelos poderes públicos, além de acabar com o sigilo eterno de documentos.

A presidente Dilma, ex-guerrilheira que foi presa e torturada, em momento algum usou a sua história de vida para saudar a criação da Comissão da Verdade. Preferiu falar que "este 18 de novembro é uma data histórica", e que a partir de agora, este dia irá "comemorar a transparência e celebrar a verdade". E emendou: "hoje o Brasil inteiro se encontra, enfim, consigo mesmo, sem revanchismo, mas sem a cumplicidade do silêncio".

A discussão que dominou o debate entre militares e familiares de vítimas do regime militar, nos últimos anos, foi retomada momentos antes de a cerimônia começar no Planalto. O cerimonial previu que além dos três ministros, da Justiça, José Eduardo Cardozo, da Defesa, Celso Amorim, e dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, falariam também na solenidade familiares dos presos políticos.

Esta decisão gerou uma reação de Amorim, que, ao contrário de Rosário, entendia que a fala de familiares de vítimas poderia ser considerada uma afronta aos militares. A polêmica foi travada na antessala da presidente Dilma, testemunhada ainda pelos ministros Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, e Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral. Diante do impasse, a presidente Dilma arbitrou: as falas ficariam por conta do Ministro da Justiça e do presidente da Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos.

Os comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica eram alguns dos raros militares presentes à cerimônia e, apesar de terem sido saudados pela presidente em seu discurso, em vários momentos, não acompanharam os inúmeros aplausos à fala dela e do ministro. Limitaram-se a bater palmas no final do discurso de Dilma e de Cardozo e no ato da assinatura da lei.

Celso Amorim, ao final do encontro, amenizou o clima dizendo que "todos estavam representando a verdade, sem revanchismo".

Melhores nomes
O texto prevê que a comissão será composta "de forma pluralista" por sete membros indicados pela presidente Dilma, que não tem prazo para nomeá-la ou instalá-la. O ministro da Justiça, em entrevista, afirmou que a presidente vai escolher os "melhores nomes" para compor a comissão. "Não poderá ter pessoas que não garantam a imparcialidade dos trabalhos", disse.
A exemplo do que fez em sua posse, a presidente convidou para cerimônia ex-companheiras de cela e familiares de desaparecidos políticos, como as filhas de Rubens Paiva e de João Vicente Goulart.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Video Guerrilha: Festival psicodélico invade São Paulo!

Imagens psicodélicas estão tomando conta da Augusta. Até amanhã, a famosa rua de São Paulo é palco do Vídeo Guerrilha, um festival de artes visuais que propõe intervenções artísticas na arquitetura do local através da projeção de imagens e vídeos nas paredes dos edifícios.

O festival começou nessa quinta-feira, dia 11, e vai até amanhã, dia 13. Durante esse curto período, cerca de 80 artistas de todo o país terão seus vídeos exibidos das 20h às 4h em sete pontos da Augusta.

Além do espaço para os profissionais, que vão desde artistas plásticos até VJs, o público terá a oportunidade de participar do evento. No Edifício Rio Negro, nº 541, por exemplo, os pedestres vão ver a sua própria imagem refletida na fachada da construção.

A rua preferida das tribos urbanas da cidade de São Paulo será palco de uma grande ocupação cultural e artística, nesta semana: a Vídeo Guerrilha.

Serão projeções de vídeo nas paredes dos prédios e intervenções artísticas de VJs, DJs, artistas de Graffiti, colagens entre muito mais, na tradicional Rua Augusta.

Idealizado pelo VJ Alexis Anastasiou daVisualfarm, o evento deixará o local com um quê de galeria de arte ao ar livre, ocupando muros e prédios, sem que as atrações fiquem limitadas a palcos, tendas ou salas de concertos.

A ideia é que a Vídeo Guerrilha se espalhe pelo mundo, percorrendo grandes metrópoles para promover um intercâmbio artístico, cultural e profissional de artistas de diversos países e regiões.

O projeto pretende fixar a Augusta como grande pólo de cultura urbana, divulgando a arte fora de museus e galerias e unindo agentes econômicos e culturais da região num mesmo evento, além de apoiar a construção e preservação do futuro Parque Augusta-Cerqueira Cesar.

Serão criados espaços especiais, na própria Augusta e em prédios da região (como o Hotel Augusta Boulevard) , cada um com seu tema e diferentes artistas expondo. Alguns dos nomes presentes na intervenção serão os grafiteiros Rafael Highraff, Caur e Isaac Szebeny, o estúdio digital Sin Logo, os Vjs Fernando Salis e Jodele Larcher, o agente cultural Miguel Petchovsky e os artistas Wilton Azevedo, Elena Pérez Hernández, Eavan Aiken, Rosa Menkman, além dos coletivos Lost Art, Bijari, Desconstrucao e Embolex.
O evento ainda contará com a TAZ – Zona Artística Temporária , um espaço para a divulgação e descoberta de novos talentos artísticos e com a exposição de mappings arquitetônicos.

Para conhecer a programação completa, basta acessar o site do projeto: www.visualfarm.com.br/videoguerrilha. A Vídeo Guerrilha acontece nos dias 11, 12 e 13 de novembro, a partir das 20h, na cidade de São Paulo, na região da baixa Augusta entre as ruas Fernando de Albuquerque e Marquês de Paranaguá. A entrada é livre.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

52 anos sem Villa-Lobos

Em 17 de Novembro de 1959, morria Heitor Villa-Lobos. Nascido no Rio de Janeiro, em 5 de março de 1887, Villa-Lobos foi um maestro e compositor brasileiro.

Destaca-se por ter sido o principal responsável pela descoberta de uma linguagem peculiarmente brasileira em música, sendo considerado o maior expoente da música do modernismo no Brasil, compondo obras que enaltecem o espírito nacionalista onde incorpora elementos das canções folclóricas, populares e indígenas.

Filho de Noêmia Monteiro Villa-Lobos e Raul Villa-Lobos, foi desde cedo incentivado aos estudos, pois sua mãe queria vê-lo médico.

No entanto, Raul Villa-Lobos, pai do compositor, funcionário da Biblioteca Nacional e músico amador,deu-lhe instrução musical e adaptou uma viola para que o pequeno Heitor iniciasse seus estudos de violoncelo.

Aos 12 anos, órfão de pai, Villa-Lobos passou a tocar violoncelo em teatros, cafés e bailes; paralelamente, interessou-se pela intensa musicalidade dos "chorões", representantes da melhor música popular do Rio de Janeiro, e, neste contexto, desenvolveu-se também no violão.

De temperamento inquieto, empreendeu desde cedo escapadas pelo interior do Brasil, primeiras etapas de um processo de absorção de todo o universo musical brasileiro.
Em 1913 Villa-Lobos casou-se com a pianista Lucília Guimarães, indo viver no Rio de Janeiro.

Em 1922 Villa-Lobos participa da Semana da Arte Moderna, no Teatro Municipal de São Paulo. No ano seguinte embarca para Europa, regressando ao Brasil em 1924. Viaja novamente para a Europa em 1927, financiado pelo milionário carioca Carlos Guinle. Desta segunda viagem retorna em 1930, quando realiza turnê por sessenta e seis cidades. Realiza também nesse ano a " Cruzada do Canto Orfeônico" no Rio de Janeiro.
Seu casamento com Lucília termina na década de 1930. Depois de operar-se de câncer em 1948, casa-se com Arminda Neves d'Almeida a Mindinha, uma ex-aluna, que depois de sua morte se encarrega da divulgação de uma obra monumental.
O impacto internacional dessa obra fez-se sentir especialmente na França e EUA, como se verifica pelo editorial que o The New York Times dedicou-lhe no dia seguinte a sua morte. Villa-Lobos nunca teve filhos.

Heitor Villa- Lobos faleceu em 17 de novembro de 1959. Encontra-se sepultado no Cemitério São João Batista no Rio de Janeiro.
Em 1960, o governo do Brasil criou o Museu Villa-Lobos na cidade do Rio de Janeiro.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Lupi declara: "Dilma, eu te amo"

Apesar de negar apego ao cargo, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, aproveitou a audiência na Câmara dos Deputados, ontem, para pedir desculpas à presidente Dilma Rousseff, acompanhadas de uma declaração de amor a ela. Também quis demonstrar confiança de que continuará no comando da pasta.

Ele voltou a dizer que errou ao declarar que só sairia da vaga "abatido à bala", atribuindo o rompante a seu sangue italiano, e negou um esquema de corrupção no ministério:
"Nunca vou desafiar a presidente Dilma, independentemente de cargo. Se alguém fez algo (ilegalidade) no ministério, foi individual. Corrupção dentro do Mistério do Trabalho e do meu partido, não há, eu afirmo. E, àquele que afirma que existe, cabe o ônus da prova. Presidente Dilma, desculpa se fui agressivo. Te amo".

Na terça-feira, Lupi disse duvidar que Dilma o demitisse. Ela mandou que ele se retratasse, e Lupi pediu desculpas.
Apesar da retratação, a substituição de Lupi é dada como certa na reforma ministerial.

Imprensa

Lupi também aproveitou a presença na comissão para criticar a imprensa. "A bolsa de apostas da mídia é para saber quem é o próximo (ministro a cair). Quando começa a atirar no soldado é para atingir o general".

O ministro comparou a crise que vive a um "tribunal de inquisição".
"Que que é isso, Jesus? Busquem as provas pelo amor de Deus. Eu não compactuo com corrupção. Quero os dois na cadeia: se alguém fez algo no ministério do Trabalho foi individual".
Reportagem da revista "Veja" desta semana afirma que três servidores e ex-servidores do Ministério do Trabalho estavam envolvidos num esquema de cobrança de propinas que revertia recursos para o caixa do PDT, partido de Lupi, que está afastado temporariamente da presidência da sigla por ser ministro.
Um dos assessores citados na reportagem, Anderson dos Santos, foi afastado do cargo no último sábado.

Estilo

Em Salvador, o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria Geral da Presidência) atribuiu os arroubos verbais de Lupi à "espontaneidade": "Sob um fogo desses é natural que a pessoa fale coisas que são mal interpretadas", disse Carvalho, que participou da Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. "Quem conhece Lupi sabe que é uma pessoa de muito coração. É o estilo dele".

Cena gay de Glee cria polêmica

Uma cena que foi ao ar na última terça-feira (8), em “Glee”, está dando o que falar lá fora. Kurt (Chris Colfer) e Blaine (Darren Criss) finalmente se entregaram ao amor e tiveram a primeira noite de amor no episódio “The First Time”, que também mostrou Rachel (Lea Michele) perdendo a virgindade com Finn (Cory Monteith).

O problema é que a cena entre o casal gay está causando revoltas e protestos em organizações conservadoras. “O fato de ‘Glee’ pretender não apenas mostrar, mas também celebrar crianças fazendo sexo é condenável.

O sexo dos personagens colegiais envolvidos é irrelevante. O sexo adolescente é agora mais presente na tevê do que o sexo adulto e ‘Glee’ está apenas seguindo isso. Pesquisas mostram que a televisão é capaz de influenciar na decisão de os jovens se tornarem sexualmente ativos.

A FOX sabe que a série atrai crianças. Celebrar o sexo teen constitui uma imprudência total”, declarou Tim Winter, presidente do grupo Parents Television Council, uma espécie de conselho de pais.

Já Ryan Murphy, um dos responsáveis pelo seriado, revelou que o canal FOX não demonstrou qualquer problema com o tema do episódio. Para ele, o importante é que a mensagem transmitida para o telespectador seja positiva. “Eu acho que é uma maneira de dizer para inúmeros jovens gays que estão confusos e envergonhados, que você pode ter amor e que você merece ter amor.

Todo mundo já viu casais heterossexuais perdendo sua virgindade, mas alguém já desenvolveu uma história gay e hétero ao mesmo tempo, dando o mesmo peso para ambas?”, desabafou em entrevista ao “InsideTV”.
A terceira temporada da atração começa a ser exibida por aqui dia 23 de novembro.